quinta-feira, 28 de junho de 2012

Convite aos pesquisadores

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3° Colóquio de pesquisas em Educação e Mídia
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio
Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ

CARTA-CONVITE
Caro pesquisador,
Vimos convidá-lo a participar do III Colóquio de Pesquisas em Educação e Mídia, que acontecerá na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) entre os dias 13 e 14 de setembro de 2012. O encontro tem como objetivo atualizar e socializar o conhecimento produzido nessa área e ampliar o debate entre diferentes grupos de pesquisa, que atuam na interface entre educação e comunicação, vinculados a programas de Pós-Graduação em Educação, visando futuras parcerias interinstitucionais de pesquisa.
A inscrição é aberta somente a líderes de grupos de pesquisa e/ou a líderes de seus possíveis subgrupos, que tenham realizado estudos acerca das relações entre Educação e Mídia, ao longo dos últimos cinco anos e deverá ser efetuada na página do evento até o dia 30 de julho de 2012. Os prazos e maiores informações encontram-se no site:
No ato de inscrição deverão ser fornecidas informações acerca do grupo de pesquisa, acompanhadas um Relato Analítico da trajetória deste, em acordo com as orientações apresentadas   abaixo.
Relato Analítico da Trajetória do Grupo de Pesquisa
2 a 5 laudas, espaço 1,5
Histórico do grupo
Principais estudos realizados nos últimos cinco anos
Resultados encontrados

Coordenação geral:
Adriana Hoffmann e Guaracira Gouvea (UNIRIO)

Comissão Organizadora

Adriana Fresquet (UFRJ)
Adriana Hoffmann (UNIRIO)
Alberto Roiphe (UNIRIO)
Leila Lopes (UNIRIO)
Aristóteles de Paula Berino (UFRRJ)
Conceição Soares (UERJ)
Edméa Santos (UERJ)
Pedro Benjamin Garcia (UCP)
Rosália Duarte (PUC-Rio)
Glaucia Guimaraes (FFP/UERJ)
Henrique Sobreira (FEBF/UERJ)
Valter Filé (UFRRJ) 

Comitê Científico

Claudia Lima (UNESP)
Cristina Ponte (UNL- Portugal)
Fabiana Marcello (UFRGS)
Guaracira Gouvêa (UNIRIO)
Maria Helena Bonilla (UFBA)
Maria Luiza Oswald (UERJ)
Monica Fantin (UFSC)
Gilka Girardello (UFSC)
Nilda Alves (UERJ)
Paulo Carrano (UFF)
Rita Maria Ribes Pereira (UERJ)
Rosa Maria Bueno Fischer (UFRGS)
Rosália Duarte (PUC-Rio)
Sarai Schmidt (UNISINOS)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Desafios das qualificações

• 3 comentários
Estamos num momento de fechamento de materiais de qualificação das mestrandas participantes do grupo de pesquisa orientados pela prof Adriana Hoffmann. Destacamos abaixo as bancas com os professores convidados:


Banca de qualificação de Kelly Maia

Convidados: Profº Pedro Garcia (UCP) e Profª Carmem Irene (UNIRIO)

Banca de qualificação de Érica Rivas

  
                   Convidados: Profª Adriana Fresquet (UFRJ) e Guaracira Gouvea (UNIRIO)

Muito trabalho a ser feito! Com essas bancas começamos um movimento de análise dos materiais coletados na pesquisa até o momento no ensino fundamental, ensino médio e ensino superior referentes a pesquisa “O cinema e a narrativa de crianças e jovens em diferentes contextos educativos” financiada pela FAPERJ.

Agradecemos as valiosas contribuições dos professores convidados que nos auxiliaram a refletir e repensar sobre os processos de pesquisa em cada campo.
Até o final do ano teremos muito para compartilhar com todos de nossas pesquisas.
Fiquem atentos!

Adriana Hoffmann 
Érica Rivas

terça-feira, 12 de junho de 2012


No dia 28 de maio, a UNIRIO recebeu a professora Cristina Ponte da Universidade Nova de Lisboa cuja área de pesquisa aborda temas referentes a: Crianças e Mídia; Estudos geracionais e Mídia; Estudos do Jornalismo e Inclusão Digital. A professora apresentou o trabalho que vem desenvolvendo no campo da educação e mídia há anos, focalizando no projeto EU KIDS ONLINE do qual coordena desde 2006. Além deste trabalho, vimos uma síntese dos projetos de seus mestrandos e doutorandos que abordam temas como culturas infanto-juvenis, mídia, identidade e consumo.

Prof Cristina Ponte palestrando na Pós-graduação

No debate, foi possível um maior aprofundamento de algumas questões quanto aos procedimentos metodológicos numa pesquisa em tamanha escala como o KIDS, a representatividade deste projeto para a comunidade européia, os desafios do trabalho investigativo com crianças dentro e fora do contexto escolar, entre outros. A troca de olhares, diálogos e aprendizados para pensarmos nosso próprio trabalho com o cinema e crianças e jovens.

Lucinéia e Joana

domingo, 27 de maio de 2012

No dia 22 de maio no auditório do CPM no campus da Praia vermelha da UFRJ aconteceu a palestra do pesquisador francês Roger Odin que falou sobre seu tema de pesquisa: cinema no celular. Odin, professor de Ciência da Informação e Comunicação da Universidade de Paris III, tem pesquisas sobre documentário, filmes de família e mais recentemente sobre o cinema no celular.

Durante a palestra, Odin mostrou um curta-metragem feito com celular e trechos de dois longa matregens franceses exibidos no Festival de Cannes. O pesquisador falou sobre a existência de um mercado de filmes feitos com o celular, principalmente na Nigéria e na Índia, criado por razões econômicas. Isso democratiza o cinema, pois filmes são feitos onde isso não seria possível.

Odin pesquisa como as pessoas que fazem os filmes veem as diferenças de se fazer os filmes a partir de celular. Para quem assiste, essa pergunta é a mesma do que para quem está fazendo o filme: Qual é a diferença do filme por estar sendo feito por celular?

A produção feita por celular se tornou uma linguagem cotidiana, sem necessidade de pesquisa estética. A gente se comunica através da linguagem das imagens assim como se comunica com o texto. Com isso muda o estatuto da linguagem, pois essa passa a ser de comunicação e não somente uma linguagem cinematográfica, muda o uso do cinema dentro do próprio filme.

A câmera filmadora, mesmo compacta, temos que escolher se vamos levar na bolsa. O celular está sempre no bolso. Ocorrendo algum acontecimento, imediatamente tem várias pessoas filmando o que aconteceu. Isso traz consequências políticas porque a gente pode filmar várias situações. Como, por exemplo, as manifestações ocorridas da Tunísia. Graças ao celular a gente teve acesso às imagens da manifestação.

Uma grande transformação é que as imagens filmadas podem ser transferidas imediatamente. Isso é estratégico, pois a imagem pode rapidamente ser divulgada. Temos no bolso um poderosíssimo instrumento de difusão porque as imagens podem ser difundidas momentaneamente e uma vez isso feito qualquer um pode se apropriar dessas imagens e fazer um filme.

O celular é individual. Ao filmar com o celular usamos a linguagem em primeira pessoa. Quando filmamos com o celular, a gente não filma com o olho, mas com a mão. Fazemos grandes planos sequencia. Essa é uma particularidade do celular que mesmo as câmeras pequenas não têm. É uma extensão do corpo e sentimos isso assistindo aos filmes.

Odin fala de uma dimensão poética dos filmes feitos com celular, que nos levam a ver de uma forma diferente aquilo que a gente vê na vida cotidiana. O pesquisador vê no uso do celular imposições que incentivam a criatividade. Filmar em 35mm também tem suas imposições, mas são de outra ordem.

O pesquisador afirma que existe uma produção artística com o uso do celular, mas não encontra uma correspondência nos trabalhos acadêmicos. Ao fim da palestra conclamou: filmem e produzam sobre nossas relações do cinema a partir do celular e do celular a partir do cinema!

Joana Milliet

quarta-feira, 23 de maio de 2012



Professora Cristina Ponte, Universidade Nova de Lisboa
Centro de Investigações em Midia e Jornalismo


Infância, juventude e mídias digitais:metodologia e resultados da pesquisa transnacional 
KIDS ON LINE
Pesquisa realizada em 24 paises europeus com financiamento da União Européia


O encontro acontecerá dia 28.05 às 14 h na sala do Programa de Pós-graduação em Educação da UNIRIO.


Teremos a presença dos grupos de pesquisa da UNIRIO e da PUC-Rio nessa parceria. Todos os demais pesquisadores interessados na temática estão convidados!!!


Adriana Hoffmann Fernandes

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Noticias do FORCINE

• 5 comentários
Um dos temas abordados no FORCINE- ENCONTRO DO FÓRUM BRASILEIRO DE ENSINO DE CINEMA E AUDIOVISUAL-PUC(RIO) foi “Construindo a Área de Pós Graduação em Cinema e Audiovisual: Acadêmico e Profissional”, em que se  discutiu as intensas transformações na relação do cinema com a tecnologia, e as mudanças desencadeadas nos receptores, assim como na dinâmica dos espaços.
Segundo o prof. Luís Leite (UFF) esse processo afetou o espectador, que antes não sofria nenhuma intervenção física, mas que passa agora a ser bombardeado por um movimento de imagem e som. O filme, antes projetado nas telas de cinema, sai das grandes salas e ganha novos espaços como as paredes de metrô e ônibus.
Tais espaços levam a uma valorização da integração de imagens com uma variedade cotidiana de imagens e telas, proporcionando uma diversidade de situações e encontros em movimentos, uma reprodutividade em grande escala, uma personalização e customização do projeto audiovisual.
Essa intervenção no aspecto da interatividade alterou a mídia imóvel, implicando na popularização das fitas VHS, DVDs, tornando o que era inacessível no cinema, banal e descartável, como podemos comprovar, na fotografia digital (“nunca se tirou tanta fotografia, que ninguém vai ver”).
Paralelo a essa depreciação valorativa do filme, vem uma alteração do consumo, exigindo uma nova consciência à Plataforma Lattes, que perpassa as questões da pós-graduação, e abarca a pesquisa, a crítica e a estética.
Renata

sexta-feira, 13 de abril de 2012

   Como parte de atividade de pesquisa, no dia 02 de abril assistimos no Programa de Pós-graduação em educação (Proped- UERJ), a Qualificação de Doutorado de Helenice Mirabelli Cassino, com o tema: “A mediação dos dispositivos móveis na construção dos sentidos juvenis sobre a cidade: implicações para os processos educacionais”. Participaram da banca a orientadora Maria Luiza Oswald e as convidadas Edmea Santos-UERJ e Maria Lúcia Santaella-PUC-SP.

    Enquanto mestrandas, nossa participação foi importante para conhecermos a dinâmica de uma qualificação, para pensarmos em nossas pesquisas e na qualificação que iremos enfrentar. Para além dos aspectos protocolares, o diálogo travado pelos envolvidos enriqueceu nossa teoria e trouxe possibilidades de outras reflexões sobre a pesquisa em educação.



Érica Rivas e Kelly Maia